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22/04/2009

A vida alheia é mesmo dos outros?

Hoje, por má coincidência, fui obrigada a participar duas vezes da vida alheia sem querer. Na primeira situação uma pessoa ao meu lado com um telefene/rádio bipava a cada minuto e conversava no vivavoz sobre uma ordem de calças que foram fabricadas em tamanho maior, e eu que não tenhonada com isso fui obrigada a entrar em detalhes sobre   o que leva uma pessoa a invadir a minha privacidade com a sua vida.  

 

 

O aparelho de rádio, além de bipar, o que em tempos de tecnologia é desnecessário, existem muitas outras soluções mais elegantes como o uso das cores na tela, um sinal visual que acenda etc; e não essa solução absolutamente jeca, para não dizer antiquada de bipar e avisar a todos que o usuário sabe usar um aparelho falante.

 

A segunda vez, falavam alto, muito alto sobre uma empresa que está comprando outra e que delícia seria se pudesse contar em primeira mão. Não posso, aquela conversa invadiu o meu espaço auditivo de maneira intrusiva e desagradável e eu nem aproveitar posso...

Escrito por Márcia Zoladz às 16h18

A vida alheia é mesmo dos outros?

Hoje, por má coincidência, fui obrigada a participar duas vezes da vida alheia sem querer. Na primeira situação uma pessoa ao meu lado com um telefene/rádio bipava a cada minuto e conversava no vivavoz sobre uma ordem de calças que foram fabricadas em tamanho maior, e eu que não tenhonada com isso fui obrigada a entrar em detalhes sobre   o que leva uma pessoa a invadir a minha privacidade com a sua vida.  

 

 

O aparelho de rádio, além de bipar, o que em tempos de tecnologia é desnecessário, existem muitas outras soluções mais elegantes como o uso das cores na tela, um sinal visual que acenda etc; e não essa solução absolutamente jeca, para não dizer antiquada de bipar e avisar a todos que o usuário sabe usar um aparelho falante.

 

A segunda vez, falavam alto, muito alto sobre uma empresa que está comprando outra e que delícia seria se pudesse contar em primeira mão. Não posso, aquela conversa invadiu o meu espaço auditivo de maneira intrusiva e desagradável e eu nem aproveitar posso...

Escrito por Márcia Zoladz às 16h18

21/04/2009

Desequílibrio ambiental

 

Estou na Ilhabela, em São Paulo e, na frente da casa onde fico colocaram um criatório de peixes. Um sacão enorme de rede com milhares de peixes criados em cativeiro para serem alimentados por ração. Disseram-me ser um experimento...

À noite a praia ficou lotada de pescadores. Claro, os peixinhos boiavam dentro das redes e a ração se espalhava à sua volta. Tainhas, pescadas e linguados vieram tirar a sua casquinha. O mar que normalmente é transparente estava imundo da ração, do excesso de peixes que deveriam estar nadando em outras águas e talvez do pânico dos peixinhos  cutucados por outros peixes dentro da rede. 

 

Pela manhã tinham furado a rede e tentavam salvar alguns poucos que no mar não sobreviveriam. A experiência acabou. Na frente das casa ficou o lixo deixado pelos pescadores e o mau cheiro da praia usada como banheiro público. 

 


Escrito por Márcia Zoladz às 17h59